Quero fazer de minha vida uma contínua oblação.

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Mas… o que significa, de verdade, entregar a vida?

Não é simplesmente fazer coisas por Deus.
É permitir que Ele transforme aquilo que somos, aquilo que temos e aquilo que vivemos em uma oferta de amor.

Jesus não entregou apenas uma parte de si.
Entregou-se por inteiro.

E talvez seja justamente diante da Cruz que precisamos nos perguntar:

O que Deus está me pedindo para entregar?
Quais sonhos medos e quais planos?
O que ainda seguro com tanta força que não consigo colocar nas mãos d’Ele?

A vocação começa muitas vezes assim: quando deixamos de perguntar apenas “o que eu quero fazer da minha vida?” e começamos a perguntar “Senhor, o que Tu queres fazer da minha vida?”

Padre Serra e Madre Antonia compreenderam que seguir o Redentor era fazer da própria existência uma oferta concreta, colocando a vida a serviço daqueles que mais precisavam de acolhida, dignidade e esperança.

E VOCÊ?

Talvez exista um chamado de Deus acontecendo dentro da sua inquietação.

Não tenha pressa de responder.
Tenha coragem de escutar.

Porque vocação não é perder a própria vida.
É descobrir por quem e para quê vale a pena entregá-la.

E se Deus estiver te chamando para algo que você ainda não consegue imaginar?

Busque entender este convite de Deus, e responda às inquietações do seu coração, através de um discernimento vocacional.

Entre em contato com o Vocacional Oblatas.


Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do blog da Pastoral Vocacional Oblata – PVO, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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